Esqueça o networking

Érika Pessôa

Sim! Pode parecer estranho dizer isso, já que networking é um termo que “caiu na boca do povo” e é dito por todos como algo extraordinário e essencial na vida de quem quer fazer conexões e negócios. O problema é que muitas vezes repetimos a palavra da moda sem saber o real sentido dela. Quando alguém diz que vai “fazer networking” geralmente está em busca de captar algo para si mesmo, sem pensar no coletivo ou no que pode oferecer… quer apenas “vender seu peixe” e lucrar com isso. Acontece   que hoje, em tempos de ambientes colaborativos, o termo evoluiu. Hoje é preciso sair para “fazer Netweaving”. Netweaving é um termo que nasceu depois dos anos 2000, juntamente com a revolução das conexões e da tecnologia. É uma versão humanizada do Networking, uma vez que seu objetivo é estimular as pessoas a relacionarem de forma orgânica, com o foco em se conhecer para construir redes sem expectativas maiores. No Netweaving, a reciprocidade, o compartilhamento e a colaboração são as palavras de ordem e quem se propõe a se relacionar desta forma constrói sua reputação de forma positiva e gera negócios de forma orgânica. Um novo jeito de ser, baseado nas pessoas e na reciprocidade, que faz galgar degraus de forma mais consistente do que a simples troca por interesse apregoada pelo Networking. No Netweaving a matemática do ganha-ganha funciona. Aqui na Pessoa. Agência de Relações Públicas o relacionamento estratégico é nossa missão e podemos dizer que o Netweaving é uma ferramenta poderosa em nossos projetos e na nossa própria existência como empresa.

​Dá tão certo que há 12 anos atuamos com base no Netweaving e todos os mais de 150 clientes que já atendemos por aqui vieram por indicações ou porque nos viram e ouviram sobre nós em algum lugar. ​

Vale experimentar. Para saber mais sobre o tema, tem um artigo bacana no Canal Draft que recomendo a leitura:

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https://goo.gl/gpbDoh

2018 NOS AGUARDA,  COM A REFORMA TRABALHISTA A TODO VAPOR!!

 

2018 NOS AGUARDA,  COM A REFORMA TRABALHISTA A TODO VAPOR!!

                                                                                                        Carla Gonçalves de Souza

Então chegamos a mais um fim de ano! E que venha 2018 com a reforma trabalhista à toda! Aliás, a reforma já teve uma reforma, com a Medida Provisória 808/17.

Queria mesmo é que houvesse uma reforma de comportamento, pois como sempre digo, não há decreto ou lei que faça com que as pessoas modifiquem a atitude.

Sério!! Empresário toma multa, toma processo,  toma sentença, toma bloqueio de bens, só não toma jeito?!! Há dinheiro para tudo, o gestor, de forma geral faz orçamento para tudo, até para o risco trabalhista, menos para investimento em treinamento preventivo quanto à normas trabalhistas!!! Sinceramente, não dá para entender a estratégia de muitas empresas, ou a falta de estratégia, mesmo.

Voltando às mudanças da mudança, vou destacar aqui que, de acordo com a MP808/17,  a indenização por danos morais agora possui uma tabela e o parâmetro de  fixação de valor é o valor do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social, atualmente em R$5.531,31.

Abaixo, veja como ficou a “tabela” para indenização por danos morais ocasionados na relação de trabalho, previsto no artigo 223-G, da CLT:

I – para ofensa de natureza leve – até três vezes o valor do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social; II – para ofensa de natureza média – até cinco vezes o valor do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social; III – para ofensa de natureza grave – até vinte vezes o valor do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social; ou IV – para ofensa de natureza gravíssima – até cinquenta vezes o valor do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social.

Assim, por exemplo, aquele empregador que tem um gerente grosso, daqueles que “se acha”, daqueles que gosta de xingar, espezinhar, falar palavras de baixo calão ao cobrar metas, perseguir, torturar psicologicamente, enfim, o ser mais repugnante possível, poderá ser condenado a pagar uma indenização no mínimo até o equivalente a R$16.593,93!!

 

Outra mudança da mudança,  é que a Medida Provisória 808/17, que alterou a Lei 13467/17 ( Lei da Reforma Trabalhista), deixou claro que para o trabalhador ser considerado autônomo, além de serem cumpridos todas as formalidades legais para esta modalidade de contratação, não poderá haver subordinação jurídica, conforme artigo 442, §6º, da CLT.

Ou seja, se o empregador contrata o autônomo,  mas tem a mania quase sufocante de querer “mandar” na forma da prestação da prestação de serviços, no como vai ser feito o trabalho, saiba que o vínculo empregatício poderá ser declarado. E olhem bem, a tal pejotização continua sendo considerada como fraude! Tem um monte de empresário transformando os empregados em MEI- Micro Empresário Individual, na ilusão de que se livrarão dos encargos trabalhistas. Ahh, tolinhos!!

Impossível eu falar sobre todos os aspectos da Reforma Trabalhista em um único texto, mas o que posso dizer é que vale a pena se informar e fazer a coisa certa, pois até que as coisas se ajeitem, na Justiça do Trabalho encontraremos decisões para todos os gostos.

Enfim, que venha 2018 com uma mudança de atitude dos empresários, que busquem mais conhecimento, mais treinamentos  e estratégia trabalhista, para que a relação de trabalho fique em harmonia e que o Direito do Trabalho preventivo seja levado a sério. E não me venha dizer que isso é impossível, pois impossível é somente aquilo que não nos esforçamos.

Feliz 2018 para todos!!

 

Por que a importação pode mudar a perspectiva dos negócios?

Tania Reis       

Crescimento, inovação e internacionalização. São muitas as oportunidades que existem para as empresas que estão importando do mercado internacional. Por isso essa solução que tem sido cada vez mais utilizada pelas pequenas e médias empresas. De acordo com a FGV, apenas entre outubro de 2016 e 2017 as importações aumentaram 26%.  Esse crescimento pode ser explicado pela mudança na perspectiva desses negócios.

Além de permitir que você diversifique seus fornecedores e melhore o mix e a qualidade dos produtos, a importação também promove o contato com tecnologias inovadoras produzidas mundialmente. Se no Brasil existem diversos obstáculos para a promoção da inovação, em países estrangeiros, como os EUA e a China, por exemplo, acontece exatamente o oposto. Neles, empresas são estimuladas a investir em otimização de processos, produtos e produção. Estar em contato com essa efervescência tecnológica pode trazer uma visão mais completa do mercado e entrar em contato com tendências que você não conheceria por aqui.

Atuar no cenário internacional, permite uma mudança ímpar de perspectiva, pois proporciona à sua empresa diversas possibilidades durante as negociações com fornecedores estrangeiros. Quando  você está importando, está também na vitrine internacional. Isso significa mais oportunidades de expandir seus negócios dentro e fora do Brasil, melhores as chances de ideias de produtos que possam aumentar a sua cartela de clientes e uma maior competitividade para a sua empresa, que se tornará mais lucrativa e promissora dentro do cenário nacional.

Em suma, a importação funciona como uma poderosa catalisadora da competitividade. O que você precisa fazer é se planejar e começar! Quer importar, mas tem ainda tem dúvidas? Conta pra mim nos comentários.

Desafios de gestão no mundo Vuca

Maíra Ataíde

Este termo é relativamente novo no Brasil e tem sido utilizado por estudiosos para classificar mudanças pelas quais o mundo passa com a revolução tecnológica e social.

O termo VUCA é oriundo do inglês e retrata as expressões volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade vivenciadas atualmente nos ambientes empresarias, devido às constantes mudanças e inovações propostas pela revolução tecnológica e social.

Já parou para pensar qual o papel do líder mediante este novo cenário?

E os liderados, o que esperar deles?

O que você tem feito para desenvolver e reter seus talentos nesta era de transformação digital tão veloz? Vale lembrar que ao falar sobre retenção de talentos, temos assunto suficiente para outros tantos textos, que posteriormente serão desenvolvidos.

Mediante tantas dificuldades de previsões, principalmente no âmbito financeiro, onde algumas empresas estão com graves dificuldades em se tornar competitivas, outras até sucumbem e culminam em sua dissolução; somos convidados a desenvolver técnicas menos engessadas, de maior compreensão e envolvimento de líderes e liderados.

Há diversas apostas e uma infinidade de vieses a serem contemplados sob forma de superar tais obstáculos.

É imprescindível fazer um planejamento claro, onde a visibilidade de ações e suas execuções sejam funcionais e acessíveis, buscando antever as oportunidades geradas através de mudanças que por hora podem se apresentar de forma turbulenta.

Defendo a liderança coletiva como forte aliada neste processo. Como sugere o próprio nome, ela é entendida como um processo dinâmico em que a figura do líder utiliza estrategicamente suas experiências e habilidades em rede. Esta maneira de liderar é avessa à forma tradicional do líder, tal como conhecemos com aquela figura que nos ocorre de um “chefe” heroico, perpassando por uma figura de unicidade.

Através da liderança coletiva, tanto líderes quanto liderados são responsáveis pela gestão e para tanto devem contribuir para o sucesso da mesma. Assim o colaborador conseguirá se alinhar de forma mais interativa à cultura da empresa, facilitando o trabalho em equipe não apenas entre pares de trabalho, mas privilegiando também as diferentes áreas de trabalho, em sua totalidade, focalizando também o cliente externo. Acredito ser esta uma forma positiva de encarar os desafios de forma mais consciente e estratégica.

E por falar em desafio, acredito também que este seja o maior desafio de gestão no contexto Vuca; redesenhar a maneira de exercer a liderança, abandonando o modelo de líder heroico e cedendo espaço à liderança democrática, coletiva, permitindo que as organizações se preparem para o futuro realizando as adaptações necessárias em função de resultados e objetivos comuns.

Como as empresas podem diminuir seus custos de produção através da importação?

Tania Reis

No Brasil, produzir com baixo custo é um desafio. Os altos impostos e os valores elevados podem ser entraves para negócios de todos os tamanhos. Por isso, a importação é em muitos casos uma ferramenta fundamental para a sobrevivência das empresas. Entretanto, para ser competitivo, é preciso importar com eficiência. Veja abaixo o que deve ser considerado para garantir economia e qualidade na hora de importar:

Primeiramente é preciso buscar os melhores fornecedores. Onde estão os produtos com melhor custo-benefício? Depois dessa pesquisa inicial, é necessário escolher prováveis exportadores e fazer uma cotação. Verifique a reputação do fornecedor, a qualidade da matéria prima e a tecnologia utilizada na fabricação. Todas essas informações são importantes para que você economize mantendo as características do seu produto.

Outro aspecto a se considerar é a logística. Como a sua empresa irá trazer essa produção para o Brasil? Quais são as empresas ou profissionais parceiros que podem te ajudar a escolher o sistema de frete mais barato? São diversas modalidades de operações que variam de negócio para negócio, por isso é fundamental conhecer essa flexibilidade no que diz respeito a rotas e volume de cargas.

Por último é preciso avaliar cuidadosamente para qual finalidade você está produzindo e quais são os custos que você pode diminuir. No caso da produção para a exportação, por exemplo, existe uma tarifa de compensação, o Drawback. Para outros casos, existe também o ex-tarifário, que é uma redução de impostos para diversos produtos determinado pelo Governo Federal a fim de reduzir os custos e manter o Brasil competitivo no cenário nacional.

Após verificar esses detalhes que devem ser levados em conta na hora de importar, a sua empresa vai estar pronta para garantir um menor custo mantendo ou até melhorando a qualidade da produção. Ficou alguma dúvida? Escreva nos comentários.

Reforma não Muda a Mentalidade

Carla G Souza

Enquanto aguardava audiência na Justiça do Trabalho um dia desses,  que, diga-se de passagem, demorou para começar, eu lia as novas regras trabalhistas.

Pois bem, vejam o artigo 442-B, onde está claro que o contrato de trabalho autônomo, com ou sem exclusividade, não será considerado como vínculo empregatício, DESDE QUE PREENCHIDAS TODAS FORMALIDADES LEGAIS.
Entenderam a pegadinha da lei?! Todas as formalidades legais é o termo da brecha legal para descaracterizar um contrato autônomo e ser declarado o vínculo empregatício. Assim, o autônomo para ser considerado como tal, deverá, por exemplo, emitir RPA, pagar os impostos, ter autonomia real e efetiva, e se for exigido qualquer registro em entidade de classe para atuação como autônomo, ele ou ela deverá se ater à formalidade. Qualquer irregularidade na formalidade abrirá a porta para a declaração do vínculo.
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Não desista.

por Rosa Troes.

Resiliência é a capacidade de voltar ao seu estado natural depois de ter passado por turbulências. É resistir, e não permitir que um momento de dificuldade defina quem você é. A natureza, por exemplo, mostra resiliência quando consegue se recuperar de uma queimada, devolvendo cor e vida ao ecossistema e deixando para trás o momento cinzento de crise que parecia ter destruído tudo.

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Vivendo e aprendendo

por Helida Mendonça.

Quando li aquele convite, senti um frio na barriga ….

Meu Deus, escrever para o blog de mulheres S.A. ?????
Nunca escrevi artigo, nem crônicas. Já me atrevi a escrever um livro contando a história da minha mãe, que pensei conseguir fazer em 6 meses e levei um ano.

Depois, escrevi um livro para o meu pai, que foi para o “lado de Deus “ aos 37 anos, e para não ser um livro muito triste, de muita saudade, foi de homenagens, de histórias marcantes, sinceras e algumas até engraçadas.
Bem, agora estou eu aqui, escrevendo para vocês, o meu primeiro texto, e muito feliz por ter aceitado mais um desafio.

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Empreendimento X Maternidade

por Maíra Ataíde

Ter o próprio negócio parece tarefa simples, não apenas pelo status que este estado produz, mas também por estar diretamente relacionado à liberdade e flexibilidade de horários, que dão autonomia e empoderam algumas escolhas.

Conciliar o empreendedorismo com a maternidade, que se estende às atividades do lar e fora dele, é tarefa possível, porém bastante desafiadora, que exige dinamismo, resiliência e determinação para colocar em prática, sem sofrimentos, todas as ações propostas para o bom funcionamento desta díade.

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