Como as empresas podem diminuir seus custos de produção através da importação?

Tania Reis

No Brasil, produzir com baixo custo é um desafio. Os altos impostos e os valores elevados podem ser entraves para negócios de todos os tamanhos. Por isso, a importação é em muitos casos uma ferramenta fundamental para a sobrevivência das empresas. Entretanto, para ser competitivo, é preciso importar com eficiência. Veja abaixo o que deve ser considerado para garantir economia e qualidade na hora de importar:

Primeiramente é preciso buscar os melhores fornecedores. Onde estão os produtos com melhor custo-benefício? Depois dessa pesquisa inicial, é necessário escolher prováveis exportadores e fazer uma cotação. Verifique a reputação do fornecedor, a qualidade da matéria prima e a tecnologia utilizada na fabricação. Todas essas informações são importantes para que você economize mantendo as características do seu produto.

Outro aspecto a se considerar é a logística. Como a sua empresa irá trazer essa produção para o Brasil? Quais são as empresas ou profissionais parceiros que podem te ajudar a escolher o sistema de frete mais barato? São diversas modalidades de operações que variam de negócio para negócio, por isso é fundamental conhecer essa flexibilidade no que diz respeito a rotas e volume de cargas.

Por último é preciso avaliar cuidadosamente para qual finalidade você está produzindo e quais são os custos que você pode diminuir. No caso da produção para a exportação, por exemplo, existe uma tarifa de compensação, o Drawback. Para outros casos, existe também o ex-tarifário, que é uma redução de impostos para diversos produtos determinado pelo Governo Federal a fim de reduzir os custos e manter o Brasil competitivo no cenário nacional.

Após verificar esses detalhes que devem ser levados em conta na hora de importar, a sua empresa vai estar pronta para garantir um menor custo mantendo ou até melhorando a qualidade da produção. Ficou alguma dúvida? Escreva nos comentários.

Reforma não Muda a Mentalidade

Carla G Souza

Enquanto aguardava audiência na Justiça do Trabalho um dia desses,  que, diga-se de passagem, demorou para começar, eu lia as novas regras trabalhistas.

Pois bem, vejam o artigo 442-B, onde está claro que o contrato de trabalho autônomo, com ou sem exclusividade, não será considerado como vínculo empregatício, DESDE QUE PREENCHIDAS TODAS FORMALIDADES LEGAIS.
Entenderam a pegadinha da lei?! Todas as formalidades legais é o termo da brecha legal para descaracterizar um contrato autônomo e ser declarado o vínculo empregatício. Assim, o autônomo para ser considerado como tal, deverá, por exemplo, emitir RPA, pagar os impostos, ter autonomia real e efetiva, e se for exigido qualquer registro em entidade de classe para atuação como autônomo, ele ou ela deverá se ater à formalidade. Qualquer irregularidade na formalidade abrirá a porta para a declaração do vínculo.
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Não desista.

por Rosa Troes.

Resiliência é a capacidade de voltar ao seu estado natural depois de ter passado por turbulências. É resistir, e não permitir que um momento de dificuldade defina quem você é. A natureza, por exemplo, mostra resiliência quando consegue se recuperar de uma queimada, devolvendo cor e vida ao ecossistema e deixando para trás o momento cinzento de crise que parecia ter destruído tudo.

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Vivendo e aprendendo

por Helida Mendonça.

Quando li aquele convite, senti um frio na barriga ….

Meu Deus, escrever para o blog de mulheres S.A. ?????
Nunca escrevi artigo, nem crônicas. Já me atrevi a escrever um livro contando a história da minha mãe, que pensei conseguir fazer em 6 meses e levei um ano.

Depois, escrevi um livro para o meu pai, que foi para o “lado de Deus “ aos 37 anos, e para não ser um livro muito triste, de muita saudade, foi de homenagens, de histórias marcantes, sinceras e algumas até engraçadas.
Bem, agora estou eu aqui, escrevendo para vocês, o meu primeiro texto, e muito feliz por ter aceitado mais um desafio.

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Empreendimento X Maternidade

por Maíra Ataíde

Ter o próprio negócio parece tarefa simples, não apenas pelo status que este estado produz, mas também por estar diretamente relacionado à liberdade e flexibilidade de horários, que dão autonomia e empoderam algumas escolhas.

Conciliar o empreendedorismo com a maternidade, que se estende às atividades do lar e fora dele, é tarefa possível, porém bastante desafiadora, que exige dinamismo, resiliência e determinação para colocar em prática, sem sofrimentos, todas as ações propostas para o bom funcionamento desta díade.

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Data Driven Marketing: uma estratégia para a vantagem competitiva

por Luciana Nunes


O cenário está cada vez mais competitivo e aliado à crise, exige propostas inovadoras e deslocar-se da zona de conforto. Para uma efetividade é necessário conhecer melhor o cliente. Data Driven Marketing ou marketing orientado por dados é o conjunto de ações, estratégias e decisões relacionadas a marketing que exploram dados disponíveis sobre o consumidor.

Conhecer o consumidor, suas vontades e atitudes é um desafio para muitas empresas, uma vez que é preciso avaliar de forma personalizada. As ações em massa estão perdendo a força de efetividade e dá espaço para estratégias voltadas para uma comunicação direcionada. De fato, torna-se mais trabalhoso mas o resultado positivo e a fidelização é certa. É só uma questão de tempo.

Fazer o dever de casa da forma correta e com perspicácia é o que diferencia no resultado. Muitas empresas abandonam no meio do caminho e perde tudo o que foi iniciado. A cultura imediatista sepulta o que seria o apogeu da estratégia de marketing.

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